Desconheço quem tenha razão, acho perda de tempo qualquer discussão em defesa daquilo que o serve: Muito se fala, pouco se escreve. Há quem saiba o que ninguém mais sabe e quem veja o que ninguém mais vê. Coerência na persuasão, pré-estabelecida está a conclusão. Se eu falar sobre o que não entendem: Poucos escutam, muitos se ofendem. A verdade é que não há verdade, Tudo ‘é’ porque não há ‘não ser’.
Quem leva a sério o quê? Quem quer saber de que? Quem pode me dizer como exatamente todo mundo deveria ser?
Acho que estou postando demais para dias sem inspiração.
Só porque está na moda.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Bubble Gum.
Quando a existência tem a profundidade de um pires, até as angústias são pré-fabricadas. Á primeira vista, elas têm um cartão de crédito no lugar do cérebro, um aspirador no lugar do nariz - e no lugar do coração um vazio. Sua identidade reside nos signos exteriores da riqueza e status social. Sem suas bolsas de grife, elas perdem o equilíbrio.
Talvez um retrato sincero de uma nova juventude. Talvez um espelho dos valores e o comportamento de uma classe para quem o mundo se divide em dois: "nós" e "vocês". Uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso.
Não se pode dizer que elas estão iludidas, pois, num mundo feito de aparências, as fronteiras entre a realidade e a ilusão se diluem: as pessoas só valem pelo que parecem. Para elas a imagem é tudo, e a verdade está no brilho da noite da cidade, no mundo delas.
É como Emma Bovary, de Flaubert, vítima dos romances açucarados com um toque de formação feita à base de televisão e revistas.
"The maestro says it's Mozart, but it sounds like bubble gum when you are waiting for the miracle."
Talvez um retrato sincero de uma nova juventude. Talvez um espelho dos valores e o comportamento de uma classe para quem o mundo se divide em dois: "nós" e "vocês". Uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso.
Não se pode dizer que elas estão iludidas, pois, num mundo feito de aparências, as fronteiras entre a realidade e a ilusão se diluem: as pessoas só valem pelo que parecem. Para elas a imagem é tudo, e a verdade está no brilho da noite da cidade, no mundo delas.
É como Emma Bovary, de Flaubert, vítima dos romances açucarados com um toque de formação feita à base de televisão e revistas.
"The maestro says it's Mozart, but it sounds like bubble gum when you are waiting for the miracle."
sábado, 15 de novembro de 2008
But it could be so simple.
Quando as coisas são muito fáceis de serem resolvidas, - como um exercício de matemática com um enunciado de 15 linhas, e a resposta é uma regra de três - muita gente acha que está errado, e então complica tudo, fica confusa pois não sabe se o que ela fez foi correto, ou se a resposta era simples como ela havia pensado antes, e no fim acaba errando.
Pra quê complicar? Não era pra vida ser algo fácil? Nascer, Crescer, Viver, Morrer? Mas vão acontecendo coisas entre esses estágios da vida que acabam complicando tudo... Mas se você trabalhar na sua vida como um complicador e não um facilitador?
Como alguém me disse, é tudo uma bola de neve. Começa como uma pequena bolinha a rolar, e depois já é algo enorme. Ou tudo pode ser encarado como um grande nó. Você pode parar e pensar e ir cuidadosamente desenroscando tudo, ou você pode ir embolando tudo pra ver se desfaz, e acabar dando um nó cego.
E existem aquelas pessoas na nossa vida que são especialistas em retirar nós cegos. A gente muitas vezes não percebe que eles estão lá, as vezes só reconhece o que está mais perto. Aquela pessoa que segura a sua mão e te ajuda a desatar o nó que você teria que desatar sozinho. Mas essa pessoa não precisa ser uma só, como também não precisa ser o mundo inteiro. A vida é algo complicado por sí mesma, pra nós a complicarmos ainda mais.
A maioria das pessoas do mundo não têm sentido na vida, mas continuam vivendo pois, inconcientemente todos nós queremos saber o que nos reserva daqui há algum tempo, a vida é algo intrigante e instigante demais pra ser jogado fora, ou para ser embolado de qualquer jeito.
Viver está na moda.
Descomplicar a vida, que já é complicada está na moda.
As vezes as coisas não são tão complicadas quanto parecem.
Pra quê complicar? Não era pra vida ser algo fácil? Nascer, Crescer, Viver, Morrer? Mas vão acontecendo coisas entre esses estágios da vida que acabam complicando tudo... Mas se você trabalhar na sua vida como um complicador e não um facilitador?
Como alguém me disse, é tudo uma bola de neve. Começa como uma pequena bolinha a rolar, e depois já é algo enorme. Ou tudo pode ser encarado como um grande nó. Você pode parar e pensar e ir cuidadosamente desenroscando tudo, ou você pode ir embolando tudo pra ver se desfaz, e acabar dando um nó cego.
E existem aquelas pessoas na nossa vida que são especialistas em retirar nós cegos. A gente muitas vezes não percebe que eles estão lá, as vezes só reconhece o que está mais perto. Aquela pessoa que segura a sua mão e te ajuda a desatar o nó que você teria que desatar sozinho. Mas essa pessoa não precisa ser uma só, como também não precisa ser o mundo inteiro. A vida é algo complicado por sí mesma, pra nós a complicarmos ainda mais.
A maioria das pessoas do mundo não têm sentido na vida, mas continuam vivendo pois, inconcientemente todos nós queremos saber o que nos reserva daqui há algum tempo, a vida é algo intrigante e instigante demais pra ser jogado fora, ou para ser embolado de qualquer jeito.
Viver está na moda.
Descomplicar a vida, que já é complicada está na moda.
As vezes as coisas não são tão complicadas quanto parecem.
Who would have guessed that it's as simple as it seems?
sábado, 8 de novembro de 2008
Saw "Quantum Of Solace" V.
Tudo começou em mais um dia de verão - que não parecia verão, que era verão? - hmm*
Tudo começou em mais um dia com horário de verão.
Estava marcado um simulado no Liceu de Artes e Ofícios, que por um acaso eu paguei, então fui lá fazê-lo, mesmo que fosse só pra chutar alternativas.
O relógio tocou as 6h30, eu fiquei na cama até 6:50. Então eu comecei a me arrumar e 7:15 estava pronta. Uma calça jeans, uma camiseta verde. Uma blusa de frio branca e um tênis branco pra combinar com a blusa e uma bolsa xadrez que continha um pouco das cores coloridas que eu havia colocado em mim. Meu pai me chama e diz pra nós irmos porque pode ter trânsito no brás, por causa dos caminhões. Caminhão é uma coisa horrível! Não me faça comentar de caminhões, beijo me liga :*. Saimos então, eu passando lápis de olho enquanto andava, uma cena no mínimo pitoresca.
Chegando ao Liceu, encontrei as pessoas gatinhas que eu vejo todos os dias úteis, e mais aquelas pessoas que eu nunca ví e todo dia me aparece alguém desconhecido. Dora me disse que todo mundo fica mais feio sem uniforme. Concordei com ela e percebi que eu não reconheço as pessoas sem uniforme.
Entrando na sala, percebo que não há ninguém com quem eu possa conversar na minha sala. Até que chega um menino que sempre me dá Oi e vai embora. Então ele me deu Oi e foi pra cadeira dele. Depois de um tempo o Julio chegou e nós trocamos algumas palavras.
A prova foi entregue e enquanto tu estava fazendo a primeira matéria (Português) decidi que não iria fazer contas naquela prova - e não as fiz.
Quando deu o horário mínimo pra saída da prova eu saí (11h10), e fui pra frente da escola esperar meus colegas. A última pessoa que saiu chegou as 13h10 na porta da escola.
Então fomos os bonitinhos: Biel, Bola, Dandan, Evandro, Gabê e eu para o Ásia House comer comida japonesa enquanto ouviamos Madonna :]
Saindo de lá, Evandro, Danilo e Biel tomaram seus rumos e eu, Gabê e Bola fomos para o Shopping Santa Cruz. Essa foi a parte mais engraçada do dia. A mais gostosa foi no Ásia pq eu tava com uma foooominha! uahsuhsas ;D
Então Julia (eu - 15), Gabê (15) e Bola (16), fomos em direção ao cinema do shopping. Resolvemos assistir Jogos Mortais V (Saw V - 18), e se nós fossemos barrados - e nós seriamos! Mas não sabia que de uma maneira tão pitoresca... - nós assistiríamos 007 - Quantum Of Solace (14?).
Chegando à bilheteria, Bola lembra que perdeu sua carteirinha de estudande, então usa o seu COMPROVANTE DE PAGAMENTO DO SIMULADO pra pedir uma meia-entrada.
Eu peguei a minha carteirinha do Liceu, Gabê sua carteirinha da UMES e Bola seu RG + Comprovante. Então eu pedi três meias entradas pra Jogos Mortais. A moça pegando o RG do Henrique olha na cauculadora e diz:
- Hmmm, vocês não podem entrar... Porque o Henrique tem 17 anos!
17 anos? WTF? Eu fiz *aquela* cara de NÃO ACREDITO e depois compramos meias pra 007.
Chegando na hora do filme nós decidimos que veríamos Jogos Mortais de graça, mas antes 007.
Comentário sobre 007:
- UAU, James Bond não diz a sua frase clichê e ele não faz o que normalmente faz com a atriz principal, só dá um beijo! Ele não fica garanhando por aí, só pega uma agente louca que fazia papel secundário.
Então saindo de 007, eu e Gabê fomos ao Banheiro Feminino e ficamos lá até dar a hora de Jogos Mortais (aproximadamente meia hora). Bola foi ao banheiro masculino e eu não o vi mais esse dia.
Quando saimos do banheiro para ir em direção ao plano final, nos demos conta de que o Bola não estava lá e não apareceria. Não sabiamos porquê.
Entrando na sala de cinema alguém atrás diz:
- Essas meninas não estávam no 007?
Eu e Gabe corremos e entramos na sala de Jogos Mortais.
Comentário sobre Saw V:
- AAAAAAAH! UUURGH! YYYACK! AUSHUSHAHUSHAUHSUAH , uau! adorei.
Então, eu e Gabê seguimos nossas vidas, cada uma com sua sina: Zona Norte, Zona Leste.
"Alguns chamam de carma, eu diria que é só destino." - Jigsaw.
Cinema, risadas, perdidos, comida japonesa estão na moda.
P.S.: Renato, tô na moda (H). 'Aaaaaaaah, pq eu ví um filme...'
Tudo começou em mais um dia com horário de verão.
Estava marcado um simulado no Liceu de Artes e Ofícios, que por um acaso eu paguei, então fui lá fazê-lo, mesmo que fosse só pra chutar alternativas.
O relógio tocou as 6h30, eu fiquei na cama até 6:50. Então eu comecei a me arrumar e 7:15 estava pronta. Uma calça jeans, uma camiseta verde. Uma blusa de frio branca e um tênis branco pra combinar com a blusa e uma bolsa xadrez que continha um pouco das cores coloridas que eu havia colocado em mim. Meu pai me chama e diz pra nós irmos porque pode ter trânsito no brás, por causa dos caminhões. Caminhão é uma coisa horrível! Não me faça comentar de caminhões, beijo me liga :*. Saimos então, eu passando lápis de olho enquanto andava, uma cena no mínimo pitoresca.
Chegando ao Liceu, encontrei as pessoas gatinhas que eu vejo todos os dias úteis, e mais aquelas pessoas que eu nunca ví e todo dia me aparece alguém desconhecido. Dora me disse que todo mundo fica mais feio sem uniforme. Concordei com ela e percebi que eu não reconheço as pessoas sem uniforme.
Entrando na sala, percebo que não há ninguém com quem eu possa conversar na minha sala. Até que chega um menino que sempre me dá Oi e vai embora. Então ele me deu Oi e foi pra cadeira dele. Depois de um tempo o Julio chegou e nós trocamos algumas palavras.
A prova foi entregue e enquanto tu estava fazendo a primeira matéria (Português) decidi que não iria fazer contas naquela prova - e não as fiz.
Quando deu o horário mínimo pra saída da prova eu saí (11h10), e fui pra frente da escola esperar meus colegas. A última pessoa que saiu chegou as 13h10 na porta da escola.
Então fomos os bonitinhos: Biel, Bola, Dandan, Evandro, Gabê e eu para o Ásia House comer comida japonesa enquanto ouviamos Madonna :]
Saindo de lá, Evandro, Danilo e Biel tomaram seus rumos e eu, Gabê e Bola fomos para o Shopping Santa Cruz. Essa foi a parte mais engraçada do dia. A mais gostosa foi no Ásia pq eu tava com uma foooominha! uahsuhsas ;D
Então Julia (eu - 15), Gabê (15) e Bola (16), fomos em direção ao cinema do shopping. Resolvemos assistir Jogos Mortais V (Saw V - 18), e se nós fossemos barrados - e nós seriamos! Mas não sabia que de uma maneira tão pitoresca... - nós assistiríamos 007 - Quantum Of Solace (14?).
Chegando à bilheteria, Bola lembra que perdeu sua carteirinha de estudande, então usa o seu COMPROVANTE DE PAGAMENTO DO SIMULADO pra pedir uma meia-entrada.
Eu peguei a minha carteirinha do Liceu, Gabê sua carteirinha da UMES e Bola seu RG + Comprovante. Então eu pedi três meias entradas pra Jogos Mortais. A moça pegando o RG do Henrique olha na cauculadora e diz:
- Hmmm, vocês não podem entrar... Porque o Henrique tem 17 anos!
17 anos? WTF? Eu fiz *aquela* cara de NÃO ACREDITO e depois compramos meias pra 007.
Chegando na hora do filme nós decidimos que veríamos Jogos Mortais de graça, mas antes 007.
Comentário sobre 007:
- UAU, James Bond não diz a sua frase clichê e ele não faz o que normalmente faz com a atriz principal, só dá um beijo! Ele não fica garanhando por aí, só pega uma agente louca que fazia papel secundário.
Então saindo de 007, eu e Gabê fomos ao Banheiro Feminino e ficamos lá até dar a hora de Jogos Mortais (aproximadamente meia hora). Bola foi ao banheiro masculino e eu não o vi mais esse dia.
Quando saimos do banheiro para ir em direção ao plano final, nos demos conta de que o Bola não estava lá e não apareceria. Não sabiamos porquê.
Entrando na sala de cinema alguém atrás diz:
- Essas meninas não estávam no 007?
Eu e Gabe corremos e entramos na sala de Jogos Mortais.
Comentário sobre Saw V:
- AAAAAAAH! UUURGH! YYYACK! AUSHUSHAHUSHAUHSUAH , uau! adorei.
Então, eu e Gabê seguimos nossas vidas, cada uma com sua sina: Zona Norte, Zona Leste.
"Alguns chamam de carma, eu diria que é só destino." - Jigsaw.
Cinema, risadas, perdidos, comida japonesa estão na moda.
P.S.: Renato, tô na moda (H). 'Aaaaaaaah, pq eu ví um filme...'
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Highway to Hell.
Sim, isso é um contra-post.
Contra eu mesma. Porque dupla personalidade e contra-posts estão na moda.
'Vivendo fácil, vivendo livre
Um bilhete para a temporada em uma rua de mão única,
Sem pedir nada, me deixe em paz
Pegando tudo em meu caminho
Não preciso de razão, não preciso de rima
Não tem nada que eu prefira fazer
Descendo, hora da festa
Meus amigos vão estar lá também
I'm on the Highway to Hell.'
Esse post começa com a música, porque o inferno é o contrário do céu (?). Hoje em dia inferno tá na moda, vai dizer que não? As pessoas acham que vão pro inferno, e nem se preocupam com isso. Se você reparar nas musicas: Uma escadaria pro céu e uma rodovia pro inferno, muito mais fácil de chegar. Sem preocupações. Você compra uma 'Stairway to Heaven', e você simplesmente vai na 'Highway to Hell'.
Você vive a vida como bem entende, sem pensar em consequências, sem nem ter uma simples crise de consiência. Você já ia pro inferno mesmo, o que é mais uma coisinha alí... Outra aqui... Né?
'Sem sinais de "pare", sem limites de velocidade
Ninguém vai me fazer reduzir a velocidade
Como uma roda, vou rodar
Ninguém vai me sacanear
Ei Satã, paguei minhas dívidas
Tocando em uma banda de rock
Ei mamãe, olhe para mim
Estou no meu caminho para a terra prometida.'
O Rock sempre carrega consigo uma ponta de despreocupação, de 'eu não ligo pra nada' e acho que é isso que faz com que tantas pessoas tenham essa vontade de rock, de ficar um tempo sem se preocupar, só escutando, fazendo a música tomar conta do cérebro e só isso.
Just a sensation, baby.
Sem preocupações com a eternidade, você pode satirizar a visão de céu e inferno.
Você pode ser totalmente Niilista, se preocupar só com o seu umbigo.
Aí você pega um violão, olha pros seus colegas e canta com todo o fervor:
'And I'm going down all the way
On the highway to hell!'
Se você pensou agora: Por que você filosofou tanto pra falar sobre o céu, e escreveu tão pouca coisa pra falar sobre o inferno?
Eu respondo: Você tem que pensar muito pra ir pro céu... e pra ir pro inferno é só deixar as coisas te levarem. Fazer muito e... pensar tão pouco.
O Inferno está na moda. E eu fico muito feliz que existam tantos indies por aí. :D
Sim, eu acredito em céu e inferno. Antiquado?
"Se eu fosse um ossinho e soubesse girar, girava o dia todo até o mundo acabar..."
Contra eu mesma. Porque dupla personalidade e contra-posts estão na moda.
'Vivendo fácil, vivendo livre
Um bilhete para a temporada em uma rua de mão única,
Sem pedir nada, me deixe em paz
Pegando tudo em meu caminho
Não preciso de razão, não preciso de rima
Não tem nada que eu prefira fazer
Descendo, hora da festa
Meus amigos vão estar lá também
I'm on the Highway to Hell.'
Esse post começa com a música, porque o inferno é o contrário do céu (?). Hoje em dia inferno tá na moda, vai dizer que não? As pessoas acham que vão pro inferno, e nem se preocupam com isso. Se você reparar nas musicas: Uma escadaria pro céu e uma rodovia pro inferno, muito mais fácil de chegar. Sem preocupações. Você compra uma 'Stairway to Heaven', e você simplesmente vai na 'Highway to Hell'.
Você vive a vida como bem entende, sem pensar em consequências, sem nem ter uma simples crise de consiência. Você já ia pro inferno mesmo, o que é mais uma coisinha alí... Outra aqui... Né?
'Sem sinais de "pare", sem limites de velocidade
Ninguém vai me fazer reduzir a velocidade
Como uma roda, vou rodar
Ninguém vai me sacanear
Ei Satã, paguei minhas dívidas
Tocando em uma banda de rock
Ei mamãe, olhe para mim
Estou no meu caminho para a terra prometida.'
O Rock sempre carrega consigo uma ponta de despreocupação, de 'eu não ligo pra nada' e acho que é isso que faz com que tantas pessoas tenham essa vontade de rock, de ficar um tempo sem se preocupar, só escutando, fazendo a música tomar conta do cérebro e só isso.
Just a sensation, baby.
Sem preocupações com a eternidade, você pode satirizar a visão de céu e inferno.
Você pode ser totalmente Niilista, se preocupar só com o seu umbigo.
Aí você pega um violão, olha pros seus colegas e canta com todo o fervor:
'And I'm going down all the way
On the highway to hell!'
Se você pensou agora: Por que você filosofou tanto pra falar sobre o céu, e escreveu tão pouca coisa pra falar sobre o inferno?
Eu respondo: Você tem que pensar muito pra ir pro céu... e pra ir pro inferno é só deixar as coisas te levarem. Fazer muito e... pensar tão pouco.
O Inferno está na moda. E eu fico muito feliz que existam tantos indies por aí. :D
Sim, eu acredito em céu e inferno. Antiquado?
"Se eu fosse um ossinho e soubesse girar, girava o dia todo até o mundo acabar..."
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Stairway to heaven.
Quando se acredita no lado bom das pessoas, das coisas, quando se é otimista e sabe olhar por todos os lados, todas as possibilidades... Quando se sabe seguir o seu caminho, quando se usam palavras de agrado, quando se falam as palavras certas no momento mais preciso... Quando se busca um pouco da inocência e acredita-se que tudo o que brilha é ouro, você está sendo como uma senhora que existe, uma senhora que com palavras consegue o que ela quer. Não por que é manipuladora, mas por que é bondosa. Essa senhora está comprando sua escada para o paraíso.
Ela é a essência do ser humano, da corrompida inocência. E não está comprando com dinheiro, com o ideal capitalista, está comprando essa escada com atitudes, com a mente.
Como quando ela vê um cartaz na rua, e ela quer saber exatamente o que aquilo quer dizer... Porque palavras às vezes palavras têm duplo sentido.
Ela conta que em uma árvora a beira do riacho, há um rouxinol que canta, e diz que às vezes todos os nossos esforços são em vão. Isso me faz pensar que nossos esforços podem ser em vão, mas em algum lugar, há um rouxinol que canta. E canta pra nós, canta pra qualquer um ouvir. Quer dizer que ainda há esperança.
Há algo que sinto, quando olho pra oeste... E meu espírito chora para partir, em meus pensamentos tenho visto anéis de fumaça atravessando as árvores e as vozes daqueles que ficam parados olhando... Isso me faz pensar, isso realmente me faz pensar que muitas vezes nós não vimos a árvore. Aquela na beira do riacho... Pois há uma nuvem de fumaça que te cobre e você não vê quem está ao seu lado. Você escuta as vozes de quem está parado olhando... Mas não escuta quem está correndo atrás de você, não sabe quem te ajuda. Somente quem está olhando.
E nisso tudo, há um sussuro que avisa que cedo, quando todos entoarmos a canção, o flautista nos levará a razão, e um novo dia irá nascer para aqueles que suportarem e da floresta ecoarão gargalhadas! Isso quer dizer que quando todos estivermos juntos e unidos, cantando juntos, a melodia nos levará a outro patamar. Nós todos veremos aquela árvore e o rouxinol cantante e acharemos a felicidade tão desejada.
Porque se há um alvoroço na sua horta, não fique assustado. É apenas limpeza de primavera da Rainha de Maio... Sim, há dois caminhos que você pode seguir... Mas na longa estrada, há sempre tempo de mudar o caminho que você segue... E isso me faz pensar...
Provavelmente a sua cabeça lateja e não vai parar. Caso você não saiba, o flautista te chama pra se juntar a ele, compor a grande canção. Você pode ouvir o vento soprar? E você sabe que sua escadaria repousa no vento sussurrante... Vamos todos para o caminho que desejamos seguir. Ouvir o som do vento e onde ele nos levará. Há sempre a esperança de ser feliz... Mesmo quando está havendo a limpeza de primavera.
E quando nós corremos soltos pela estrada, com nossas sombras mais altas que nossas almas... Nós vemos aquela senhora, que todos nós conhecemos. Ela brilha em luz branca e quer mostrar a nós, que tudo o que brilha pode virar ouro.
"E se você ouvir com atenção
Ela é a essência do ser humano, da corrompida inocência. E não está comprando com dinheiro, com o ideal capitalista, está comprando essa escada com atitudes, com a mente.
Como quando ela vê um cartaz na rua, e ela quer saber exatamente o que aquilo quer dizer... Porque palavras às vezes palavras têm duplo sentido.
Ela conta que em uma árvora a beira do riacho, há um rouxinol que canta, e diz que às vezes todos os nossos esforços são em vão. Isso me faz pensar que nossos esforços podem ser em vão, mas em algum lugar, há um rouxinol que canta. E canta pra nós, canta pra qualquer um ouvir. Quer dizer que ainda há esperança.
Há algo que sinto, quando olho pra oeste... E meu espírito chora para partir, em meus pensamentos tenho visto anéis de fumaça atravessando as árvores e as vozes daqueles que ficam parados olhando... Isso me faz pensar, isso realmente me faz pensar que muitas vezes nós não vimos a árvore. Aquela na beira do riacho... Pois há uma nuvem de fumaça que te cobre e você não vê quem está ao seu lado. Você escuta as vozes de quem está parado olhando... Mas não escuta quem está correndo atrás de você, não sabe quem te ajuda. Somente quem está olhando.
E nisso tudo, há um sussuro que avisa que cedo, quando todos entoarmos a canção, o flautista nos levará a razão, e um novo dia irá nascer para aqueles que suportarem e da floresta ecoarão gargalhadas! Isso quer dizer que quando todos estivermos juntos e unidos, cantando juntos, a melodia nos levará a outro patamar. Nós todos veremos aquela árvore e o rouxinol cantante e acharemos a felicidade tão desejada.
Porque se há um alvoroço na sua horta, não fique assustado. É apenas limpeza de primavera da Rainha de Maio... Sim, há dois caminhos que você pode seguir... Mas na longa estrada, há sempre tempo de mudar o caminho que você segue... E isso me faz pensar...
Provavelmente a sua cabeça lateja e não vai parar. Caso você não saiba, o flautista te chama pra se juntar a ele, compor a grande canção. Você pode ouvir o vento soprar? E você sabe que sua escadaria repousa no vento sussurrante... Vamos todos para o caminho que desejamos seguir. Ouvir o som do vento e onde ele nos levará. Há sempre a esperança de ser feliz... Mesmo quando está havendo a limpeza de primavera.
E quando nós corremos soltos pela estrada, com nossas sombras mais altas que nossas almas... Nós vemos aquela senhora, que todos nós conhecemos. Ela brilha em luz branca e quer mostrar a nós, que tudo o que brilha pode virar ouro.
"E se você ouvir com atenção
Ao menos a canção irá chegar a você
Quando todos são um e um é o todo
To be a rock and not to roll...
And she's buying a stairway to heaven."
And she's buying a stairway to heaven."
*Jimmy Page e Robert Plant (Led Zeppelin) mesmo compondo essa música em 1971, estão na moda. Porque certas coisas são simplesmente, atemporais.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Whatever tomorrow brings I'll be there...
…with open arms and open eyes. yeah.
É isso que todo mundo precisa, um porto-seguro, alguém pra confiar, um amigo. É impossível você passar dias sem ninguém... Nenhum amigo. Esse seu amigo pode ser alguém do colégio, da rua, do condomínio, alguém da família, ou de outro lugar qualquer. Mas primeiramente tem que haver confiança. Sem confiança não há relacionamento algum que dê certo.
Tudo o que você precisa quando está naqueles momentos de deprê, é que seu melhor amigo chegue e te dê alguma palavra que mude o seu dia, que o faça ter um rumo novo.
Melhor amigo é pra essas coisas... E também pra falar quando algo em você está em conflito. Aquele toque de amigo, sabe? Quando você faz uma burrada, seu amigo diz que aquilo foi uma burrada. Porque amigo não é aquele que te apóia em todas as suas decisões, e sim aquele que tem liberdade em falar pra você o que ele acha das suas escolhas. Não um simples palpiteiro... Mas alguém que vê a situação de fora e tem o discernimento que muitas vezes você não tem.
Temos, além disso, o famoso 'Toque de Amiga' - quando perambulamos por aí usando cabelos horrorosos, mini saias que expõem nossas celulites, mini blusas que deixam à mostra os pneus da cintura e enlouquecemos ficando loiras, com caras de patos e cabelos esticados. Falta de educação? Falta de semancol? Ledo engano, é falta de um sincero Toque de Amiga. O que mais tem por aí é gente sem "amiga" pra dar aquele toque legal que está faltando. (Sim, isso saiu do "Banheiro Feminino"...)
Amigo pode sim dizer o que a gente não vai gostar. Porque o amigo não só passa a mão na sua cabeça, mas também te chacoalha pra ver se você acorda. Tudo isso pro seu bem.
Amigo não é que nem a sua mãe que só quer seu bem, mas muitas vezes não vê todos os ângulos. Um amigo olha por todos os lados e vê o que é melhor pro outro. Sem cobrança, só confiança.
Seu amigo não tem que ser seu oposto, e nem igual a você. Só tem que haver o desejo de companhia do mesmo... O gostar de falar com ele, a comunicação sem limites, pois não há receios. Não há medo de algo dar errado, de outra pessoa ‘nada-a-ver’ ficar sabendo da conversa e você se sentir constrangido.
Textos sobre amigos sempre são clichês. Com aquela utopia de ‘amigo perfeito’. Nenhum amigo é perfeito... Ele tem os próprios defeitos e os compartilha com os seus. É uma troca. De experiências, de vivência, de amizade. Talvez eu seja uma pessoa de sorte. Eu encontrei as amizades erradas e sem querer encontrei as certas. É, eu devo ser alguém de sorte.
Sorte nunca sai de moda.
Amizade também não.
Utopia sempre vai estar por aí, mesmo que no subconsciente.
Aquele ‘Toque de Amiga’ está na moda.
A confiança está na moda ( entre pessoas que você conhece o suficiente pra estar disposto a confiar...).
Mas tem gente que insiste em ser indie.
Whatever tomorrow brings I'll be there... I'll be there.
É isso que todo mundo precisa, um porto-seguro, alguém pra confiar, um amigo. É impossível você passar dias sem ninguém... Nenhum amigo. Esse seu amigo pode ser alguém do colégio, da rua, do condomínio, alguém da família, ou de outro lugar qualquer. Mas primeiramente tem que haver confiança. Sem confiança não há relacionamento algum que dê certo.
Tudo o que você precisa quando está naqueles momentos de deprê, é que seu melhor amigo chegue e te dê alguma palavra que mude o seu dia, que o faça ter um rumo novo.
Melhor amigo é pra essas coisas... E também pra falar quando algo em você está em conflito. Aquele toque de amigo, sabe? Quando você faz uma burrada, seu amigo diz que aquilo foi uma burrada. Porque amigo não é aquele que te apóia em todas as suas decisões, e sim aquele que tem liberdade em falar pra você o que ele acha das suas escolhas. Não um simples palpiteiro... Mas alguém que vê a situação de fora e tem o discernimento que muitas vezes você não tem.
Temos, além disso, o famoso 'Toque de Amiga' - quando perambulamos por aí usando cabelos horrorosos, mini saias que expõem nossas celulites, mini blusas que deixam à mostra os pneus da cintura e enlouquecemos ficando loiras, com caras de patos e cabelos esticados. Falta de educação? Falta de semancol? Ledo engano, é falta de um sincero Toque de Amiga. O que mais tem por aí é gente sem "amiga" pra dar aquele toque legal que está faltando. (Sim, isso saiu do "Banheiro Feminino"...)
Amigo pode sim dizer o que a gente não vai gostar. Porque o amigo não só passa a mão na sua cabeça, mas também te chacoalha pra ver se você acorda. Tudo isso pro seu bem.
Amigo não é que nem a sua mãe que só quer seu bem, mas muitas vezes não vê todos os ângulos. Um amigo olha por todos os lados e vê o que é melhor pro outro. Sem cobrança, só confiança.
Seu amigo não tem que ser seu oposto, e nem igual a você. Só tem que haver o desejo de companhia do mesmo... O gostar de falar com ele, a comunicação sem limites, pois não há receios. Não há medo de algo dar errado, de outra pessoa ‘nada-a-ver’ ficar sabendo da conversa e você se sentir constrangido.
Textos sobre amigos sempre são clichês. Com aquela utopia de ‘amigo perfeito’. Nenhum amigo é perfeito... Ele tem os próprios defeitos e os compartilha com os seus. É uma troca. De experiências, de vivência, de amizade. Talvez eu seja uma pessoa de sorte. Eu encontrei as amizades erradas e sem querer encontrei as certas. É, eu devo ser alguém de sorte.
Sorte nunca sai de moda.
Amizade também não.
Utopia sempre vai estar por aí, mesmo que no subconsciente.
Aquele ‘Toque de Amiga’ está na moda.
A confiança está na moda ( entre pessoas que você conhece o suficiente pra estar disposto a confiar...).
Mas tem gente que insiste em ser indie.
Whatever tomorrow brings I'll be there... I'll be there.
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